Este Instituto existe de
fato desde março de 2007.
Porém, seu projeto começou a ser idealizado e
montado em 1999.
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Atenção:
o Instituto OCW Br@sil e o projeto OCW-USP estão na fase dos
carimbos... |
A
universidade pública pode fazer mais, muito mais, pela sociedade e
pela coletividade que a sustenta e financia. Está na hora da
Universidade compartilhar e democratizar o conhecimento que possui e
produz, assim como aquele que distribui com exclusividade, só e
somente só, para seus próprios alunos. Está na hora da universidade
compartilhar esse conhecimento com quem pagou para produzi-lo: a
coletividade.
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Projeto OCW-USP do Instituto OCW
Br@sil |
Primeira
fase:
reunião de materiais escritos, disponíveis na internet ou não, utilizados nos
cursos da USP;
Segunda
fase:
captar novos materiais (textos e áudio) diretamente em sala e publicação
de mp3 das aulas;
Terceira
fase:
ampliação da segunda fase e captação de vídeo das aulas ministradas;
Quarta
fase:
transmissão em tempo real, para internet, de todas as aulas ministradas
na Universidade de São Paulo.
Atenção: Os
projetos do Instituto OCW Br@sil são
Open e Free.
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O
Projeto OCW-USP multiplica exponencialmente o retorno social da USP,
ou seja, a USP distribuirá gratuitamente, para toda a sociedade
brasileira, a sua matéria-prima mais valiosa: o conhecimento e os
saberes que transmite aos seus alunos.
Contudo, a
implementação deste Projeto tem sofrido uma série de sabotagens e
ataques de funcionários e professores da USP que não querem que a
Universidade seja aberta para a coletividade, pois isso atrapalha os
negócios particulares que eles mantém aqui dentro. É o mesmo pessoal
que impede a adoção da política de cotas e a ampliação do número de
estudantes de Escolas Públicas na USP.
Além disso,
este Projeto OCW-USP fecha definitivamente as portas para quaisquer
idéias de privatização da USP e transforma esta Universidade em um
centro de formação da coletividade. |
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Esta é a história de
um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu
"Milho Gigante" da feira da agricultura do município. Entrava com
seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. E o
seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas ocasiões,
um repórter ao abordá-lo, ficou intrigado com a informação dada pelo
entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso
produto. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a
semente do seu milho gigante com os vizinhos.
"Como pode o Senhor
dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando
eles estão competindo com o seu em cada ano?" - indagou o repórter.
O fazendeiro pensou
por um instante, e respondeu: "Você não sabe? O vento apanha o pólen
do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se
meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará
continuamente a qualidade do meu milho. Se eu quiser cultivar milho
bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às
conectividades da vida.
O milho dele não
poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a
qualidade melhorada. Assim é também em outras dimensões da nossa
vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus
vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar
os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm
que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de
cada um está ligado ao bem-estar de todos.
(Autor: anônimo) |
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O acesso gratuito e aberto ao conhecimento e aos saberes
gera desenvolvimento, produz inovações e reduz as
desigualdades. Isso porque o conhecimento é uma ferramenta
para solução de problemas e transformação social.
Se todas as pessoas tiverem essa ferramenta, os problemas
serão atacados de todas as formas, possíveis e impossíveis,
e em todos os seus ângulos, conhecidos ou desconhecidos.
Soluções que alguns não vêem, outros verão. Perspectivas que
alguns não têm, outros terão. E o problema será visto de
baixo, de cima, de lado, de dentro, de fora e até da quarta
dimensão.
Com isso, novos caminhos serão abertos e novas estratégias
encontradas. Quanto mais pessoas tiverem acesso ao
conhecimento, mais rápido caminharemos para o
desenvolvimento e mais soluções eficientes e inovadoras
encontraremos.
Por isso, as três ações
fundamentais que marcarão o século XXI serão: compartilhar,
democratizar e socializar. O sucesso das redes P2P, do You
Tube, da Wikipedia, etc derivam dessas ações.
Hoje, no Brasil, poucas pessoas têm acesso ao conhecimento.
Poucas pessoas têm poucas visões, encontram poucas soluções,
geram pouco desenvolvimento e produzem poucas inovações.
Portanto, o monopólio e a retenção do conhecimento e dos
saberes, dentro das Universidades Públicas, são fatores
inibidores do crescimento econômico e do desenvolvimento
social.
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A principal estratégia dos
grupos dominantes é manter a maioria da população na pobreza e na
ignorância. As privações (econômica, intelectual, etc) constituem a
principal ferramenta de dominação e controle. É fácil controlar e
dominar uma pessoa dependente. Por isso, a nossa meta é democratizar
o conhecimento e as oportunidades, atacando, assim, o principal
mecanismo de poder dos grupos dominantes.
Contudo, para
tentar impedir o avanço de políticas e projetos que beneficiam a
coletividade e a maioria da população, os grupos dominantes
lançam mão de vários truques, incluindo a publicação de mentiras
e de informações falsas. Por isso, desconfie
de notícias e dados que contrariem a lógica das coisas e o bom
senso. Desconfie de notícias e dados que contradizem a realidade. E
preste atenção, muita atenção, em quem está falando, por que está falando e o que ele ganha
com tal fala.
Esse projeto será
implementado doa a quem doer, aprovem ou desaprovem, nem que para
isso tenhamos que passar por cima de muita gente e montar uma
estrutura clandestina para captação e divulgação do conhecimento e
das informações. A má vontade, a inércia e o autoritarismo da
Administração Pública, assim como os administradores públicos ou
governantes que trabalham contra a coletividade e contra os
interesses coletivos, não irão nos parar ou vencer. Isso não é
brincadeira e eu não criei uma organização para brincar.
(O
endereço:
www.ocwbrasil.org.br
entrará em funcionamento assim
que o site for concluído)
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Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para
transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir
as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades.
Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro
melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades
Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.
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Navegar na internet é um hábito muito mais difundido entre
os brasileiros do que se imaginava, segundo pesquisa Datafolha,
encomendada pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi.
O levantamento indica que 49 milhões de pessoas, 39% da
população com 16 anos ou mais, costumam acessar a rede.
39% da população acima de 16 anos acessam a web e 42%
publicam conteúdo próprio;
internet deixou de ser coisa de rico e democratizou a
informação,
avalia agência de publicidade que encomendou pesquisa.
O diretor de planejamento da F/Nazca, Fernand Alphen, afirma
que os dados indicam que a internet não é mais “coisa de rico”: “Ela
tem alta penetração nas classes C, D e E”. Por isso, Alphen
considera que a rede contribui muito para a democratização do acesso
à informação. “Quanto mais periférica é a população, mais a internet
aparece como uma solução de inserção social, de acesso ao
entretenimento e à informação, porque é um meio muito barato”,
diz.
(Jornal
Destake – 31/07/07) |
A
democratização do conhecimento e a socialização dos saberes são
essenciais para o desenvolvimento intelectual do indivíduo e evolução
crítica da sociedade na atualidade globalizada. A exclusão econômica
ocasiona a exclusão intelectual numa sociedade onde o conhecimento é
mais uma mercadoria.
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A proporção de pessoas que acessaram
a Internet na população dos estudantes foi de 35,9%. Somente no
Distrito Federal 57,5% e em São Paulo 51,2%, ou seja, mais da metade
dos estudantes acessavam a Internet. 76,2% das pessoas com 15 anos
ou mais de estudo acessavam a Internet.
Na população dos estudantes usuários da
Internet, a proporção dos que a utilizaram para educação e
aprendizado foi destacadamente a mais elevada (90,2%), vindo depois,
mais distanciadas, as dos que a acessaram para comunicação com
outras pessoas (69,7%) e atividades de lazer (65,5%). A proporção
dos estudantes que a acessaram para a leitura de jornais e revistas
alcançou 40,7% e as referentes às demais finalidades ficaram abaixo
de 20%..
O percentual de pessoas que utilizaram a
Internet no grupamento formado pelos profissionais das ciências e
das artes alcançou 72,8%, situando-se no patamar mais alto. Em
seguida, vieram os dos grupamentos dos trabalhadores dos serviços
administrativos (59,3%) e dos dirigentes em geral (58,0%) e, depois,
os dos membros das forças armadas e auxiliares (52,9%) e dos
técnicos de nível médio (51,9%).
No contingente dos usuários da Internet que
não eram estudantes, o maior percentual foi o das pessoas que
acessaram a esta rede para comunicação com outras pessoas (67,8%),
vindo, em seguida, os indivíduos que a utilizaram para educação e
aprendizado (57,5%), leitura de jornais e revistas (51,7%) e
atividades de lazer 45,7%.
Esse indicador atingiu 47,3% no grupamento
da administração pública, 47,5% no da educação, saúde e serviços
sociais e 57,9% no das outras atividades (intermediação financeira,
seguros, previdência privada, atividades de informática, pesquisa e
desenvolvimento etc.).
O contingente formado pelos militares e
funcionários públicos estatutários, foi o que apresentou o mais
elevado percentual de pessoas que acessaram à Internet (47,7%),
vindo em seguida a dos empregadores (40,6%) e, depois, o do
contingente das pessoas com carteira de trabalho assinada (32,6%).
(IBGE–PNAD - 2005). |
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Produção Social via
Internet - Seminário no IEA
Está ocorrendo um interessantíssimo seminário sobre "A
Riqueza das Redes" no IEA. Alguns professores da USP estão
estudando e debatendo os temas abordados por Yochai Benkler,
da Escola de Direito da Universidade Yale, EUA, no livro "The
Wealth of Networks — How Social Production Transforms
Markets and Freedom" [A Riqueza das Redes — Como a Produção
Social Transforma Mercados e a Liberdade]. Mas o mais
interessante é que estão democratizando o conhecimento e
socializando os saberes que permeiam este evento.
Informações sobre o seminário
Materiais do seminário
IEA - Instituto de
Estudos Avançados da USP
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Artigos e textos
sobre o tema |
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Todos
os elementos necessários para concretizar essas idéias já existem.
Não há necessidade de inventar nada novo.
O que precisamos é apenas unir tecnologias
para gerar soluções inteligentes e inovadoras.
Unir tecnologias que já existem. Essa é a
grande missão do Instituto OCW Br@sil:
Democratizar o conhecimento, socializar os saberes e unir
tecnologias que gerem soluções inteligentes e inovadoras.
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Diretores fundadores do OCW Br@sil
Daniel
Câmara - Diogo Kawano -
Leonildo Correa |
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