Esta é uma página meramente informativa. Não é o site do Instituto OCW Br@sil. O site está em construção.

Instituto OCW Br@sil

Pessoa Jurídica n. 336243 - 1o RTD - São Paulo - SP

CNPJ: 09.040.977/0001-07 (Ver cadastro na Receita Federal)

Estatuto do Instituto OCW BR@sil - em PDF

Este Instituto existe de fato desde março de 2007.

Porém, seu projeto começou a ser idealizado e montado em 1999.

Atenção: o Instituto OCW Br@sil e o projeto OCW-USP estão na fase dos carimbos...

A universidade pública pode fazer mais, muito mais, pela sociedade e pela coletividade que a sustenta e financia. Está na hora da Universidade compartilhar e democratizar o conhecimento que possui e produz, assim como aquele que distribui com exclusividade, só e somente só, para seus próprios alunos. Está na hora da universidade compartilhar esse conhecimento com quem pagou para produzi-lo: a coletividade.

 

Projeto OCW-USP do Instituto OCW Br@sil

Primeira fase: reunião de materiais escritos, disponíveis na internet ou não, utilizados nos cursos da USP;

Segunda fase: captar novos materiais (textos e áudio) diretamente em sala e publicação de mp3 das aulas;

Terceira fase: ampliação da segunda fase e captação de vídeo das aulas ministradas;

Quarta fase: transmissão em tempo real, para internet, de todas as aulas ministradas na Universidade de São Paulo.

Atenção: Os projetos do Instituto OCW Br@sil são Open e Free.

O Projeto OCW-USP multiplica exponencialmente o retorno social da USP, ou seja, a USP distribuirá gratuitamente, para toda a sociedade brasileira, a sua matéria-prima mais valiosa: o conhecimento e os saberes que transmite aos seus alunos.

Contudo, a implementação deste Projeto tem sofrido uma série de sabotagens e ataques de funcionários e professores da USP que não querem que a Universidade seja aberta para a coletividade, pois isso atrapalha os negócios particulares que eles mantém aqui dentro. É o mesmo pessoal que impede a adoção da política de cotas e a ampliação do número de estudantes de Escolas Públicas na USP.

Além disso, este Projeto OCW-USP fecha definitivamente as portas para quaisquer idéias de privatização da USP e transforma esta Universidade em um centro de formação da coletividade.

Compartilhando o milho

Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu "Milho Gigante" da feira da agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.

Numa dessas ocasiões, um repórter ao abordá-lo, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos.

"Como pode o Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?" - indagou o repórter.

O fazendeiro pensou por um instante, e respondeu: "Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".

Ele era atento às conectividades da vida.

O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade melhorada. Assim é também em outras dimensões da nossa vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos. (Autor: anônimo)

A principal estratégia dos grupos dominantes é manter a maioria da população na pobreza e na ignorância. As privações (econômica, intelectual, etc) constituem a principal ferramenta de dominação e controle. É fácil controlar e dominar uma pessoa dependente. Por isso, a nossa meta é democratizar o conhecimento e as oportunidades, atacando, assim, o principal mecanismo de poder dos grupos dominantes.

Contudo, para tentar impedir o avanço de políticas e projetos que beneficiam a coletividade e a maioria da população, os grupos dominantes lançam mão de vários truques, incluindo a publicação de mentiras e de informações falsas. Por isso, desconfie de notícias e dados que contrariem a lógica das coisas e o bom senso. Desconfie de notícias e dados que contradizem a realidade. E preste atenção, muita atenção, em quem está falando, por que está falando e o que ele ganha com tal fala.

Esse projeto será implementado doa a quem doer, aprovem ou desaprovem, nem que para isso tenhamos que passar por cima de muita gente e montar uma estrutura clandestina para captação e divulgação do conhecimento e das informações. A má vontade, a inércia e o autoritarismo da Administração Pública, assim como os administradores públicos ou governantes que trabalham contra a coletividade e contra os interesses coletivos, não irão nos parar ou vencer. Isso não é brincadeira e eu não criei uma organização para brincar.

(O endereço: www.ocwbrasil.org.br entrará em funcionamento assim que o site for concluído)

Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

Navegar na internet é um hábito muito mais difundido entre os brasileiros do que se imaginava, segundo pesquisa Datafolha, encomendada pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi. O levantamento indica que 49 milhões de pessoas, 39% da população com 16 anos ou mais, costumam acessar a rede.

39% da população acima de 16 anos acessam a web e 42% publicam conteúdo próprio; internet deixou de ser coisa de rico e democratizou a informação, avalia agência de publicidade que encomendou pesquisa.

O diretor de planejamento da F/Nazca, Fernand Alphen, afirma que os dados indicam que a internet não é mais “coisa de rico”: “Ela tem alta penetração nas classes C, D e E”. Por isso, Alphen considera que a rede contribui muito para a democratização do acesso à informação. “Quanto mais periférica é a população, mais a internet aparece como uma solução de inserção social, de acesso ao entretenimento e à informação, porque é um meio muito barato”, diz.

(Jornal Destake – 31/07/07)


A democratização do conhecimento e a socialização dos saberes são essenciais para o desenvolvimento intelectual do indivíduo e evolução crítica da sociedade na atualidade globalizada. A exclusão econômica ocasiona a exclusão intelectual numa sociedade onde o conhecimento é mais uma mercadoria.

Atenção: Além do Projeto OCW-USP, o Instituto OCW Br@sil irá implementar uma série de outros projetos e idéias que temos rascunhado e cogitado nos últimos anos, incluindo a Enciclopédia Jurídica Gratuita, os livros didáticos virtuais, Ensino Público Gratuito via internet, etc.

 

A proporção de pessoas que acessaram a Internet na população dos estudantes foi de 35,9%. Somente no Distrito Federal 57,5% e em São Paulo 51,2%, ou seja, mais da metade dos estudantes acessavam a Internet. 76,2% das pessoas com 15 anos ou mais de estudo acessavam a Internet.

Na população dos estudantes usuários da Internet, a proporção dos que a utilizaram para educação e aprendizado foi destacadamente a mais elevada (90,2%), vindo depois, mais distanciadas, as dos que a acessaram para comunicação com outras pessoas (69,7%) e atividades de lazer (65,5%). A proporção dos estudantes que a acessaram para a leitura de jornais e revistas alcançou 40,7% e as referentes às demais finalidades ficaram abaixo de 20%..

O percentual de pessoas que utilizaram a Internet no grupamento formado pelos profissionais das ciências e das artes alcançou 72,8%, situando-se no patamar mais alto. Em seguida, vieram os dos grupamentos dos trabalhadores dos serviços administrativos (59,3%) e dos dirigentes em geral (58,0%) e, depois, os dos membros das forças armadas e auxiliares (52,9%) e dos técnicos de nível médio (51,9%).

No contingente dos usuários da Internet que não eram estudantes, o maior percentual foi o das pessoas que acessaram a esta rede para comunicação com outras pessoas (67,8%), vindo, em seguida, os indivíduos que a utilizaram para educação e aprendizado (57,5%), leitura de jornais e revistas (51,7%) e atividades de lazer 45,7%.

Esse indicador atingiu 47,3% no grupamento da administração pública, 47,5% no da educação, saúde e serviços sociais e 57,9% no das outras atividades (intermediação financeira, seguros, previdência privada, atividades de informática, pesquisa e desenvolvimento etc.).

O contingente formado pelos militares e funcionários públicos estatutários, foi o que apresentou o mais elevado percentual de pessoas que acessaram à Internet (47,7%), vindo em seguida a dos empregadores (40,6%) e, depois, o do contingente das pessoas com carteira de trabalho assinada (32,6%). (IBGE–PNAD - 2005).

Projeto OCW do MIT

Está ocorrendo um interessantíssimo seminário sobre "A Riqueza das Redes" no IEA. Alguns professores da USP estão estudando e debatendo os temas abordados por Yochai Benkler, da Escola de Direito da Universidade Yale, EUA, no livro "The Wealth of Networks — How Social Production Transforms Markets and Freedom" [A Riqueza das Redes — Como a Produção Social Transforma Mercados e a Liberdade]. Mas o mais interessante é que estão democratizando o conhecimento e socializando os saberes que permeiam este evento.

Movimento OCW no mundo

Artigos e textos sobre o tema

Todos os elementos necessários para concretizar essas idéias já existem. Não há necessidade de inventar nada novo. O que precisamos é apenas unir tecnologias para gerar soluções inteligentes e inovadoras. Unir tecnologias que já existem. Essa é a grande missão do Instituto OCW Br@sil: Democratizar o conhecimento, socializar os saberes e unir tecnologias que gerem soluções inteligentes e inovadoras.

Diretores fundadores do OCW Br@sil

Daniel Câmara - Diogo Kawano - Leonildo Correa